queermondego: 04/01/2005 - 05/01/2005

Wednesday, April 27, 2005

 

    CONCENTRAÇÃO DE PROTESTO
    Dia 15 de Maio -15 horas
    Concentração no Rossio de Viseu

    Porque em pleno século XXI cidadãos são agredidos pelo simples facto de serem identificados como homossexuais.Para erradicar a homofobia da sociedade portuguesa, para colocar um termo à discriminação. Antes que seja tarde!

    Solidariedade para com os homossexuais e demais cidadãos agredidos.
    Exigir a instauração de um inquérito independente à forma como as forças de segurança do distrito de Viseu lidaram com a actuação de milícias populares anti-homossexuais e a ineficiência perante as queixas de violência física e verbal de que foram vítimas.
    Exigir medidas do Governo Português para erradicar a homofobia da sociedade portuguesa e a discriminação.
    Pelos direitos humanos - dia 15 de Maio
    em Viseu a tua presença é vital!
    Há camionetas organizadas a partir de Lisboa, Porto e Coimbra para Viseu:

    INSCREVE-TE JÁ

    Lisboa / Porto:
    POR E-MAIL - Panteras.Rosas@sapo.pt
    ou através do nº 21 887 39 18 (4ª a domingo, a partir das 17h).

    Coimbra:
    POR E-MAIL - naoteprives@yahoo.com
    ou através dos nºs 918850074 ou 969574977


Mais informações em: Panteras Rosa

 

Rabinos de las tres corrientes del judaísmo no ortodoxo -en un abierto desafío a una alianza de la ortodoxia hebrea, cristiana y musulmana- han decidido apoyar la celebración en Jerusalén de los actos del Orgullo Mundial 2005 de los homosexuales.


Se trata del desfile que tienen previsto celebrar decenas de miles de gays y lesbianas de todo el mundo en agosto próximo en esta ciudad, a pesar de las enérgicas protestas de representantes de la ortodoxia de las tres grandes religiones monoteístas en Tierra Santa.

En tanto que la alianza ortodoxa, respaldada por la Santa Sede, impugna la marcha que se proponen efectuar en Jerusalén como "una grave ofensa contra los sentimientos religiosos de millones de creyentes en todo el mundo", los rabinos liberales basan su decisión en la necesidad de respetar "un derecho democrático básico", informa el diario The Jerusalem Post.

La contra-alianza religiosa ha sido formada por representantes del judaísmo reformista, al que pertenecen miles de homosexuales judíos en Estados Unidos y otros países de Occidente; los de la corriente "conservadora" o tradicionalista y los "reconstruccionistas".

Los rabinos de estas ramas del judaísmo moderno y liberal, reconocidos en todo el mundo, no lo son en Israel, donde el monopolio de la administración de la fe la tienen los ortodoxos.

"He venido aquí tras el surgimiento de una extraña coalición de líderes religiosos unidos por la intolerancia, el extremismo y el fanatismo", dijo en rueda de prensa el rabino Ehud Bandel, líder del Movimiento del Judaísmo Tradicional en Israel.

Jerusalén prepara sus actos por el orgullo gay
El alcalde de Jerusalén, Ciudad Santa para las tres religiones, pertenece a la corriente del judaísmo ortodoxo, y ha negado su cooperación con la Asociación de Homosexuales y Lesbianas de Israel, que están organizando los actos del orgullo gay.

El primero de estos desfiles mundiales, bajo indignadas protestas del Vaticano, se realizó en el año 2000, en Roma.

En Jerusalén, donde pueden ser prohibidos por el Gobierno, los actos en torno del desfile del Orgullo 2005, se prolongarán durante diez días.

Argumento para prohibir los actos
Las celebraciones -que en Roma atrajeron a medio millón de homosexuales- pueden coincidir en agosto con la compleja evacuación de unas 1.500 familias de colonos de 25 asentamientos judíos de la franja de Gaza y del norte de Cisjordania, operación en la que participarán miles de agentes de policía y de efectivos militares.

Esa "Operación desconexión" puede ser un argumento de peso para prohibir el desfile y satisfacer la voluntad de los representantes de la ortodoxia judía, cristiana y musulmanes, que ven en esos actos "una provocación" y una "profanación de la Tierra Santa".

Un religioso ortodoxo de la Alianza Rabínica de Nueva York, Yehuda Levin, acusa a los liberales de "retroceder de la santidad de la religión al paganismo", y de contribuir "a la quiebra de los valores sociales y a una tremenda inmoralidad".

La campaña contra el desfile comenzó el mes pasado por una iniciativa de un representante de la Iglesia Evangélica de los Estados Unidos, que llamó al Gobierno del primer ministro Ariel Sharon a prohibirla, pero las autoridades policiales afirmaron que, de momento, no se ha tomado ninguna decisión.

Las autoridades policiales son las que, por ley, deben o no autorizar los actos en la vía pública.

La oposición también cunde en sectores no religiosos de la ciudad, que ven el desfile del Orgullo 2005 como una manifestación de "mal gusto" en una ciudad como Jerusalén.

Según el rotativo israelí, un reciente sondeo independiente del Instituto Dájaf, indica que el 75% de los habitantes de la Ciudad Santa se oponen a las celebraciones de los homosexuales.

Entre los residente árabes, musulmanes y cristianos, un tercio de los 650.000 vecinos de Jerusalén, se opone el 96%. Este porcentaje sería del cien por cien en los barrios ortodoxos.
EFE

Monday, April 25, 2005

 

Realiza-se no próximo dia 27 de Abril uma conferência / debate pelos “Direitos, Deveres e Liberdades Sexuais” no Teatro Paulo Quintela da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, inserido no Programa Cultural da Queima das Fitas 2005. Fica aqui o convite.

Programa:

09:30 Abertura Solene

Prof. Doutor Lúcio Cunha, presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Letras da U.C.;

10:00 Painel Humano

- Drª Carmo Marques, mestranda do mestrado "Educação, Género e Cidadania" da FPCE da Univ. do Porto;

- Prof. Doutora Virgínia Ferreira, docente na Fac. de Economia da U.C. e investigadora no Centro de Estudos Sociais;

- Membro da S.O.S. Estudante.

14:30 Painel Jurídico

- Mestre Remédio Marques, Docente na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra

- Paulo Jorge Vieira, associação "não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais".

16:30 Painel Político

- Drª Odete Santos, deputada da Assembleia da República pelo PCP;

- Drª Ana Drago, deputada da Assembleia da República pelo BE;

- Drª Ana Catarina Mendonça, deputada da Assembleia da República pelo PS;

- Dr Diogo Belo Henriques, representante do CDS/PP;

- Representante do PSD (por confirmar).

Friday, April 22, 2005

 

Vaticano apela à objecção de consciência contra casamentos homossexuais

Está no Público online, 22/04/2005, 13h50 (obrigada Confraria do Atum!)

Thursday, April 21, 2005

 



Parabéns Espanha!!

Wednesday, April 20, 2005

 



Que se passará hoje por aqui? A HIPOCRISIA do costume?
Ou será que é desta?
A ver vamos


PS: Tenho pena mas não consigo lá estar...

Saturday, April 16, 2005

 

Petição "Pela Vida", pela promoção de uma vida mais digna e mais justa dos infectados e afectados pelo VIH: http://www.petitiononline.com/alequese/

A “Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade”, lançada a 8 de Março pela “Marcha Mundial de Mulheres” está disponível para ser subscrita on-line, em: http://www.petitiononline.com/mmmpt05/petition.html

Wednesday, April 13, 2005

 

1) Quais são os objectivos práticos deste Dia?

Em termos práticos, o nosso objectivo primeiro é incentivar acções concretas. Estas acções podem tomar formas muito diversas: um debate numa sala de aula, uma exposição num café, uma manifestação de rua, um programa de rádio, uma projecção de filmes numa casa particular, uma mesa redonda organizada por um partido político, um concurso de contos promovido por um jornal, uma campanha de sensibilização lançada por uma associação, etc. Estas iniciativas poderão ser levadas a cabo não só por associações LGBT e por organizações de defesa dos Direitos Humanos, mas também por qualquer cidadã ou cidadão que queira ter alguma forma de intervenção. Na realidade, há hoje muitas pessoas que não se interessavam especialmente por questões ligadas à homossexualidade mas que se sentem cada vez mais mobilizadas face ao problema que constitui a homofobia.

O segundo objectivo deste Dia é coordenar e dar visibilidade a estas acções. Se todas elas acontecerem num mesmo dia, serão tanto mais visíveis e eficazes. E se o dia se tornar um evento anual, os media e a opinião pública estarão também mais atentos às questões que forem levantadas, e aos progressos ou recuos verificados. Além disso, quem coordenar este Dia poderá fazer um balanço das acções empreendidas, informando jornalistas e incentivando a divulgação de iniciativas de sucesso entre os vários organizadores locais.

O projecto tem um terceiro objectivo: inscrever este Dia no calendário nacional do maior número possível de países, de forma a tentar que ele seja também adoptado a nível internacional. Claro que se trata de um objectivo de longo prazo e possivelmente difícil de alcançar. Mas o reconhecimento oficial não será só um símbolo – apesar de os símbolos terem um impacto real, como sabemos. Esse reconhecimento contribuirá também para a perenização da luta contra a homofobia, mostrando que ela não é apenas uma questão das pessoas LGBT, mas sim uma questão que implica inevitavelmente as autoridades públicas e a vontade da sociedade como um todo.

2) É melhor falar de homofobia ou de LGBTfobia?

A expressão "LGBTfobia" incluiria de forma mais explícita Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans. Infelizmente, o que se ganha em termos de inclusão perde-se em termos de legibilidade. A palavra "homofobia" é hoje conhecida e reconhecida num grande número de países. A expressão "LGBTfobia" é, por sua vez, praticamente desconhecida na maior parte dos países. Há até quem sugira "LGBTQfobia", de forma a incluir as pessoas queer. E porque não?

Na nossa opinião, é tudo uma questão de contexto. Um "Dia Internacional Contra a LGBTfobia" teria obviamente poucas hipóteses de ser compreendido pela população em geral – e ainda menos hipóteses de ser reconhecido por autoridades nacionais e internacionais. Isso não nos beneficiaria, portanto. Daí que seja preferível a expressão "Dia Mundial Contra a Homofobia", desde que recordemos sistematicamente ao público em geral que a nossa luta não está relacionada apenas com a homossexualidade masculina, mas também, e no mesmo plano, com lésbicas, bissexuais e transgénero. Nestas condições, um recurso sistemático à expressão "LGBT" parece-nos muito útil ao explicitar a diversidade dos problemas evocados.

De facto, a homofobia diz respeito a Lésbicas (lesbofobia), Gays (gayfobia), e Bissexuais (bifobia). O nosso compromisso leva-nos também a combater a transfobia que, embora distinta da homofobia por dizer respeito à identidade de género e não à orientação sexual, reflecte mecanismos sociais próximos da lógica homofóbica.

Ou seja, definitivamente recusamos exclusivos. Falamos do "Dia Mundial Contra a Homofobia", mas também insistimos na importância de relembrarmos o público em geral de que lutamos pelos direitos de Lésbicas, Gays, Bi e Trans, ou seja, pelas pessoas LGBT, e contra todas as formas de discriminação.

3) E quanto a outras formas de discriminação? Poderá este Dia Mundial Contra a Homofobia contribuir de alguma forma para as desvalorizar?

Não. Embora seja importante perceber que a Discriminação é um fenómeno geral, é necessário combatê-la também nas suas formas específicas – e a homofobia é uma delas. Sem esse combate, o discurso e a acção manter-se-ão ao nível da abstracção, da indiferenciação e até da confusão.

Este é, aliás, um dos principais méritos do Dia Internacional da Mulher, que enfatiza especificamente a desigualdade entre os sexos. Da mesma forma, o Dia Mundial Contra a Homofobia permitirá enfatizar especificamente a desigualdade entre as sexualidades.

Em todo o caso, a luta contra a homofobia levará necessariamente à afirmação dos direitos sexuais em geral, com implicações a nível de sexo, género, identidade de género e orientação sexual. Daí que a luta contra a homofobia venha reforçar a luta contra o sexismo; não é, aliás, uma coincidência que as pessoas mais sexistas sejam, ao mesmo tempo, as mais homófobas. Mas a luta contra a homofobia vem também reforçar a luta contra a SIDA e todas as DST: a autonomia sexual não pode exercer-se sem um acesso básico a informação e tratamentos.

Finalmente, a luta contra a homofobia leva ainda à afirmação dos Direitos Humanos em geral. De resto, as associações LGBT envolvem-se frequentemente em questões que vão para além do campo da sexualidade, trabalhando em uníssono com outros movimentos sociais com os quais são naturalmente solidárias. Nestas condições, um Dia Mundial Contra a Homofobia virá favorecer o estreitamento de laços entre associações LGBT e associações de defesa dos Direitos Humanos.

4) Quais são as diferenças entre o Dia Mundial Contra a Homofobia e o Dia do Orgulho LGBT?

Os dois eventos distinguem-se precisamente na medida em que se complementam:

- ao nível dos princípios: o Dia anual da Marcha do Orgulho LGBT chama a atenção para o facto de que as pessoas LGBT têm orgulho na sua identidade, recusando a vergonha; o Dia Mundial Contra a Homofobia, por seu lado, mostra que o verdadeiro motivo de vergonha é a homofobia, cuja lógica social deve ser desconstruída e que deve ser abertamente combatida.

- ao nível da prática: através do Dia do Orgulho LGBT, marchamos na rua para que as nossas vozes sejam ouvidas pela sociedade; através do Dia Mundial Contra a Homofobia, agimos enquanto membros da sociedade civil para trazer o debate às nossas instituições, escolas, bairros, etc. As duas tácticas são de facto simétricas e complementares.

Para além disso, pessoas que se preocupam com a homofobia mas julgam não dever participar na Marcha do Orgulho LGBT poderão contribuir neste Dia Mundial. Da mesma forma, mas a nível internacional, em países nos quais é impossível organizar uma Marcha do Orgulho LGBT, poderá pelo menos fazer-se uma campanha contra a homofobia no Dia Mundial Contra a Homofobia - sobretudo nos países onde a homossexualidade não seja oficialmente condenada pela lei. Assim, o Dia Mundial pode constituir uma alavanca política que estenda a acção de campanhas do Dia do Orgulho LGBT a pessoas que não possam (ou não queiram) participar na lógica desse dia. Em conjunto, ambos os eventos serão portanto necessários e complementares.

5) Falar de homofobia não significa alguma complacência com atitudes de vitimização?

É pouco provável que vítimas da homofobia se sintam satisfeitas por serem vitimizadas. Actos e discursos homofóbicos são uma realidade que não podemos (continuar a) ignorar. O nosso objectivo é precisamente denunciar actos violentos passados e presentes de forma a evitar ou pelo menos limitar os futuros. O problema não é a homossexualidade mas sim a homofobia: temos por isso que concentrar os nossos esforços na raíz do problema.

Quer queiramos, quer não, somos tod@s filh@s da homofobia. Porém, a luta que travamos contra a homofobia, antes de mais em nós mesmos, torna-nos mais fortes do que ela. Conhecer os mecanismos sociais da homofobia não nos enfraquece nem reduz à vitimização – pelo contrário, torna-nos sujeitos mais autónomos. É por isso que a afirmação de uma política LGBT não pode fazer-se sem a desconstrução das lógicas que a têm impedido até agora e que a tornam, a partir de agora, imperativa.

6) O Dia Mundial Contra a Homofobia vai ser organizado da mesma forma por todo o mundo?

É pouco provável. Como a homofobia tem expressões muito diversas nos vários espaços geográficos e sociais, as respostas adequadas terão também que ser muito diferentes.

Em vários países do Sul, o problema reside no casamento forçado (heterossexual, portanto), sobretudo para as mulheres; em muitos países do Norte, é o direito ao casamento (homossexual) que é o centro do debate. Em certas sociedades, homens homossexuais podem ser excluídos ou linchados na praça pública, enquanto que as mulheres homossexuais são enclausuradas ou punidas no silêncio dos gineceus. Em certos casos, a homofobia é exercida em nome de Deus; noutras, em nome da Ciência. Por vezes, a homossexualidade é condenada mas pessoas transgénero são “toleradas”; por vezes, passa-se o contrário. Dependendo dos casos, a bissexualidade é vista como um mal menor ou como o cúmulo do vício, etc.

Em resumo, as situações são múltiplas e o trabalho de coordenação geral acabará por permitir sobretudo constatar a diversidade e riqueza do conjunto de iniciativas específicas. De facto, nas últimas décadas, têm sido promovidas várias acções muito positivas. As Marchas do Orgulho têm acontecido um pouco por todo o mundo e são cada vez mais numerosas. Em 1996, a África do Sul abriu uma porta importante (seguida pelo Equador), afirmando na sua Constituição a igualdade entre todos os cidadãos, independentemente do sexo, identidade ou orientação sexual. Nos E.U.A., por seu lado, existe há alguns anos um dia da Memória pelas vítimas de actos transfóbicos. Doravante, esse dia será também lembrado por associações em Espanha, França, Chile e Canadá. E, desde 2003, o Canadá organiza anualmente un Dia Nacional de Luta Contra a Homofobia no qual devemos inspirar-nos.

Finalmente, para além das iniciativas locais e nacionais, dois factos exigem a nossa atenção por envolverem instâncias internacionais. O primeiro será a recente resolução apresentada pelo Brasil à Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas para fazer reconhecer os direitos das pessoas LGBT. Apoiaremos certamente esta iniciativa e esperamos que seja aprovada em breve, apesar dos obstáculos que enfrentou até agora. O segundo é uma questão mais antiga, mas não menos significativa: no dia 17 de Maio de 1990, a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Esta acção pôs fim a mais de um século de homofobia médica. A partir de agora, e prosseguindo esta decisão histórica, desejamos que o Alto Comissariado para os Direitos Humanos e que a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas condenem também a homofobia nas suas vertentes política, social e cultural, reconhecendo este Dia Mundial Contra a Homofobia. A decisão da OMS constitui uma data histórica e um símbolo forte: propomos, pois, que este Dia Mundial tenha lugar anualmente no dia 17 de Maio.

7) Qual é o calendário de eventos futuros?

Num primeiro momento, com base no texto proposto, pretendemos obter o maior número possível de assinaturas, pela Internet ou em papel, no maior número possível de países. Elas poderão vir de associações LGBT, grupos de Direitos Humanos, sindicatos, partidos políticos, cidadãs e cidadãos, etc. Queremos também contar com o apoio da ILGA (International Lesbian and Gay Association) e das suas filiais em encontros que se avizinham (em Kathmandu, Budapeste e Santiago do Chile).

Assim que tenhamos reunido o máximo de apoios, gostaríamos de estabelecer a data de 17 de Maio de 2005 como o primeiro Dia Mundial Contra a Homofobia. Nesse dia, e nos países em que isso seja possível, a petição poderá ser oficialmente entregue às autoridades nacionais, de forma simbólica. Isto permitirá reforçar a dimensão internacional do nosso compromisso e ajudar aquelas e aqueles que se encontram em países nos quais estas acções não são ainda possíveis. A partir daí, poderemos fazer um primeiro balanço que nos permitirá melhorar e amplificar as iniciativas nos anos seguintes. Esperamos que o nosso pedido possa ser apresentado às Nações Unidas no segundo ano, ou, caso isso não seja possível, no terceiro ou no quarto – ou seja, quando o Dia Mundial Contra a Homofobia tiver apoio suficiente para permitir esse reconhecimento internacional.

Claro que não sabemos quando as Nações Unidas reconhecerão a legitimidade e importância das nossas acções, mas isso não nos impede de continuar a nossa luta contra a homofobia e pelos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgénero em todos os países do mundo.

Louis-Georges Tin
Manchester, UK Agosto de 2004
(Tradução: Paulo Corte-Real)

in PortugalGay.pt

Sunday, April 10, 2005

 

Nunca é demais relembrar que está a decorrer uma petição internacional por um “Dia Mundial contra a Homofobia”; a ser entregue na Assembleia da República no dia 17 de Maio. Para a assinar basta ir a: http://www.portugalgay.pt/politica/portugalgay51b.asp

Decorre ainda uma outra petição para serem tomadas medidas perante os casos de violência que têm como alvo a população homossexual de Viseu. Este caso não deve ser esquecido pois é representativo da real opressão que sofrem as vivências entre homossexuais no nosso país. A petição encontra-se em: http://www.petitiononline.com/232/petition.html

Fica aqui a chamada de atenção para as assinar assim como o pedido para as divulgar o máximo que puderem.

Saturday, April 02, 2005

 



O Camião da Campanha "Pela Diversidade. Contra a Discriminação" da UE estará em Portugal nos dias 2 e 9 de Abril.
Porto e Lisboa são duas das 23 cidades europeias escolhidas para receber a digressão de um camião informativo da União Europeia que tem como objectivo informar os cidadãos acerca da legislação nacional e europeia de combate à discriminação.

O camião da campanha com o lema “Pela Diversidade. Contra a discriminação” tem a sua primeira paragem marcada para a Praça Parada Leitão no Porto no dia 2 de Abril seguindo-se o Parque das Nações em Lisboa no dia 9 do mesmo mês. Em ambas as cidades o camião estará aberto aos visitantes entre as 11 e as 19 horas contando com um amplo programa informativo e de animação.

Os visitantes do camião têm a oportunidade de obter informações e esclarecimentos sobre diversidade no local de trabalho; participar em jogos e concursos, descobrir iniciativas locais e organizações que oferecem os seus serviços e apoio no combate à discriminação e assistir a actuações de grupos de animação.

O veículo de 17 metros de comprimento e 30 toneladas de peso conta com um palco de 50 m2 e está totalmente equipado com a mais recente tecnologia, incluindo um elevador para cadeiras de rodas, que garante fácil acesso aos utilizadores de todos os tipos de cadeiras de rodas e um monitor em Braille ligado a um terminal informativo

Participa nesta iniciativa e fica a conhecer mais sobre as novas políticas anti-discriminação da União Europeia:

2 de Abril, Porto - Praça Parada Leitão

9 de Abril, Lisboa - Parque das Nações